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Programa Agenda Criativa estimula fomento das produções artísticas em BH
Publicado em 18/03/2013 10:53:07

A Fundação Municipal de Cultura (FMC), em parceria com a Belotur e o Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc), lançou na sexta-feira, dia 15, o programa Agenda Criativa: A Economia Criativa dos Setores Artísticos de Belo Horizonte. O objetivo é pactuar e sistematizar diretrizes e linhas de ação que promovam a sustentabilidade da cadeia produtiva dos setores criativos da cultura. Na prática, isto significa criar mecanismos para que o financiamento da cultura em Belo Horizonte não fique restrito à Lei e ao Fundo Municipal de Incentivo à Cultura. O primeiro encontro, que será realizado no sábado, dia 16, debate a cadeia criativa do setor de artes cênicas (teatro, dança e circo).

A abertura do programa, realizado na Funarte, no bairro Floresta, contou com a participação de representantes do Ministério da Cultura, da Secretaria Estadual de Cultura e da Associação Comercial e Empresarial de Minas, além de pessoas ligadas às principais instituições da área de artes cênicas de Belo Horizonte, como Sinparc, Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de Minas Gerais (Sated-MG), Movimento Teatro de Grupo (MTG) e Fórum da Dança. Na plateia, estavam presentes artistas, agentes culturais, produtores e empresários do setor cultural.

Segundo Cássio Pinheiro, assessor especial da FMC e coordenador do programa Agenda Criativa, a intenção é criar mais uma forma de diálogo com a classe artística, para debater as necessidades, os problemas e as demandas do setor. “O programa tem como objetivo fazer um diagnóstico do setor produtivo da cultura em Belo Horizonte, não só para que a FMC possa alinhar as suas ações e construir de uma forma melhor as suas ferramentas de fomento, mas, sobretudo, para que possamos manter o diálogo com a classe artística e buscar novos parceiros para a construção de um instrumento de sustentabilidade”, disse.

O diretor de Desenvolvimento, Monitoramento e Regulação da Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura (MinC), Luiz Antônio Gouveia, apresentou os projetos e ações que o MinC vem desenvolvendo no campo da economia criativa do setor cultural. Segundo ele, a iniciativa do programa Agenda Criativa está de acordo com as concepções de políticas públicas debatidas pelo ministério. “Esse alinhamento é fundamental para que a gente consiga oficializar as ações de políticas, projetos, planos e principalmente os recursos financeiros para fomentar o campo cultural”, afirma.

Neste sábado, dia 16, serão formados quatro grupos de trabalhos, compostos por convidados de instituições ligadas à área de artes cênicas: Sinparc, Sated, MTG e Fórum da Dança. Estes grupos irão discutir aspectos que envolvem a cadeia criativa do setor, tais como formação e qualificação, produção e criação, consumo, difusão e distribuição, investimentos e patrocínios, entre outros. No domingo, os pontos debatidos pelos grupos de trabalho serão anexados a um documento final, que será entregue à FMC.

Encontros durante o ano

O seminário “Agenda Criativa: A Economia Criativa dos Setores Artísticos de Belo Horizonte” terá sequência nos próximos meses com encontros que irão discutir outros setores culturais, como audiovisual, artes visuais, música, literatura e patrimônio. A intenção é realizar um diagnóstico completo destes setores criativos, implementando novas ações e definindo atribuições a todos os parceiros envolvidos.

De acordo com Cássio Pinheiro, a demanda pelo fomento e estimulo à produção artística é muito grande atualmente. “A cidade, a cada dia que passa, pulsa mais do ponto de vista cultural e a Fundação Municipal de Cultura precisa ter este diálogo para enxergar quais os caminhos ela vai tomar para o incentivo e o estímulo da produção artística de Belo Horizonte”, conclui.

Fonte: Prefeitura de Belo Horizonte

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