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Exposição retrata a história da indústria têxtil mineira
Publicado em 26/01/2017 10:35:21

 A Fundação Municipal de Cultura apresenta no Museu da Moda de Belo Horizonte – Mumo, a exposição “=33 Voltas em Torno da Terra – memória da indústria têxtil de Minas Gerais”. A mostra aborda aspectos da história da indústria têxtil mineira, sua relevância, pluralidade e importância social, cultural e econômica. A exposição fica em cartaz no Museu até o dia 30 de maio e pode ser visitada de terça a sexta, das 9h às 21h, sábados e domingos, das 10h às 14h. A entrada é gratuita.

A exposição tem como foco a indústria têxtil mineira e sua relevância, contribuindo, não só para as economias locais, mas interferindo também socialmente e culturalmente nas comunidades onde se instalou, inclusive em Belo Horizonte. Segundo Marta Guerra, gestora do Mumo, esse valor socioeconômico cultural da indústria foi comprovado ao longo da sua história. “O objetivo de abordarmos esse tema é trazer para o público a importância que ela teve, merecendo ser resgatada através de investimentos e do produto nacional, para que volte a ser competitiva. Ainda hoje, esse é o segundo segmento que mais emprega no país”, completa.

O tecido, elemento base da indústria da moda, com destaque para o algodão e a tecelagem plana, aparece com protagonismo na exposição. “Como o universo da indústria têxtil é muito amplo, resolvemos fazer um recorte focando o algodão. Estamos usando parte do acervo da Cedro Têxtil e do Museu de Artes e Ofícios – MAO, que foram emprestados para a montagem”, explica o curador da exposição, professor Antônio Fernando Batista Santos, doutor em Artes Visuais e coordenador do curso de Design de Moda da Fumec. A responsável pela pesquisa foi a historiadora Doia Freire e o projeto expográfico é do arquiteto Alexandre Rousset.

A ideia é contar a história por meio de mapas, gráficos e vídeos. A mostra também traz referências à carta de Pero Vaz de Caminha, que comenta o uso de “panos enrolados ao peito” pelas mulheres, o que comprova que a indígena brasileira já usava o algodão em 1500. Também são lembradas as observações do botânico Saint Hilaire sobre tramas, teares e tingimentos, em sua passagem por Minas Gerais. A maioria das casas tinha teares ou rocas de fiar.

Para completar, a cenografia de cada sala, composta por instalações, promete remeter o público a uma fábrica de tecidos, garante o curador. O projeto terá ainda iluminação assinada pela Interpam.
“Para a Cedro, que tem o algodão como principal matéria-prima, é muito gratificante poder compartilhar parte do seu acervo nessa primeira exposição do Museu da Moda, uma iniciativa que valoriza a cidade, a história e todo o mercado. Esse resgate ajuda a vislumbrar o quanto avançamos ao longo de nossa trajetória de 144 anos para chegarmos ao patamar atual, como uma das principais indústrias da moda hoje”, comenta Marco Antônio Branquinho, presidente da empresa.

Mais informações: (31) 3277-4384

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