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Atividade musical estimula o desenvolvimento de crianças autistas no CS Pindorama
Publicado em 23/06/2016 09:03:00

A Dança Circular, atividade musical desenvolvida no Centro de Saúde Pindorama (Noroeste) junto a crianças com autismo teve momentos especiais na última terça-feira (21/06), quando a cantora e instrumentista Érika Machado participou das atividades. Ao lado de pais e alunos praticantes da atividade, a artista tocou violão e cantou animando ainda mais a atividade musical.

O trabalho desenvolvido pelo CS Pindorama auxilia na interação e no desenvolvimento da fala em crianças, tendo a música como ferramenta de estímulo de linguagem. As atividades são em grupo, com crianças de diferentes estágios de autismo, de 3 a 11 anos, acompanhadas de seus pais. Atualmente a unidade mantém duas turmas com 12 crianças, divididos em dois grupos semanais, que se reúnem às terças-feiras pela manhã e quintas-feiras à tarde.
 


A fonoaudióloga responsável pela prática da atividade na unidade, Cristina Santana, conta que respostas positivas já são percebidas na socialização das crianças. “Além de aumentar o vínculo entre país e filhos, cria laços entre as famílias envolvidas e a troca de experiências. Fazemos algumas danças circulares, sempre com os passos básicos para que as crianças consigam acompanhar. Usamos músicas cujas letras sejam simples, porém com conteúdo pragmático e que possam aumentar o universo linguístico da criança”, diz.

Com conteúdo lúdico e agradável para todos os públicos, a cantora e instrumentista belorizontina, Érika Machado, participou da dinâmica a convite da fonoaudióloga do centro de saúde, que costumava já trabalhar com as músicas da artista. “A princípio eu fazia minhas músicas para o público adulto, mas percebi que recebia grande aceitação das crianças. Meu último CD foi feito especialmente para eles. Fico muito feliz em saber que o meu trabalho ajuda essas crianças a se comunicarem”, afirma Érika Machado.

A dona de casa, Elvânia de Paula Oliveira e Hugo Aurélio de Oliveira, auxiliar de serviços gerais, costumam levar o filho Vinícius Aurélio de Oliveira, de cinco anos, diagnosticado com autismo. Desde os dois anos de idade ele faz acompanhamento com fonoaudióloga. “Meu filho foi aos poucos se adaptando com as pessoas, músicas e danças, agora se desenvolve muito bem. Aprendeu a falar aos poucos e já forma frases, se interessa muito pelas atividades”, conta Elvânia.

O garoto era uma criança inquieta, e que no início não ficava na roda de dança. Hoje ele é um dos que mais se envolve com a atividade. “Ele mudou muito, era uma criança inquieta e tímida, hoje fala palavras e frases, o grupo ajudou muito. Pretendo continuar com a atividade, que ajuda a ele e a nós também”, conta a mãe de Vinícius.
O filho de Taís Soares Barbosa, Rian Emanuel Soares de Castro, de cinco anos, com um ano e meio de idade parou de falar, passou a gaguejar e teve dificuldades em entender. Desde então apresenta atraso na linguagem. Ele faz acompanhamento com psicólogo e fonoaudiólogo. “Meu filho precisa de bastante atividade durante o dia, para dormir bem de noite. Tenho seguido as orientações e já sentimos melhoras com a fala, ansiedade, agressividade e comportamento na escola.”

 

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