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Novo CAD já está em funcionamento no bairro Alípio de Melo
Publicado em 10/03/2016 11:50:00

Um novo Centro de Atendimento a Pacientes com Dengue (CAD) foi aberto desde o início desta semana, no Bairro Alípio de Melo. A unidade está instalada na sede do futuro Centro de Saúde Padre Tiago (Av. João XXIII, 1.233). O novo serviço atende à população da capital, com suspeita de dengue, de 7h às 19h, todos os dias da semana.

O CAD é um espaço exclusivo para pacientes com sintomas das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Trata-se de um reforço assistencial importante à Rede Municipal de Saúde, que tem enfrentado um aumento de 60% na busca por serviço de atendimento médico por causa da dengue.
A unidade conta com laboratório próprio exclusivo para exames de hemograma, que ficam prontos em 1 minuto, agilizando todo o processo de conduta médica, de acordo com a gravidade do estado de saúde de cada paciente. Esse laboratório também atende as coletas de exames nos centros de saúde Ouro Preto, Serrano, Jardim Alvorada e São José.



O CAD conta também com uma farmácia, já em funcionamento, com dispensação de medicamentos exclusivamente para pacientes com dengue. É o segundo CAD aberto este ano, conforme já previsto no Plano de Contingência implementado pela SMSA. O objetivo é agilizar os atendimentos de pacientes com sintomas de dengue e ampliar o acesso conforme desenvolvimento da doença na capital.
Na nova unidade o paciente passa por uma consulta de enfermagem, que estratifica os casos de dengue de acordo com o critério de gravidade. Os casos menos sintomáticos passam pela coleta de sangue, aguardam o resultado dos exames, e assim que o hemograma fica pronto, passam pelo médico e são encaminhados para o tratamento usual de dengue. Se o paciente estiver muito sintomático, é iniciada a hidratação e feita a coleta de sangue.

A unidade tem capacidade para 300 atendimentos diários. De acordo com a Superintendente do Hospital Odilon Behrens (HOB) e membro do Colegiado Gestor de Urgência e Emergência, Paula Martins, a SMSA iniciou várias ações em janeiro, reforçando as Unidades de Pronto Atendimento e reforçando também os centros de saúde. Nos Distritos Sanitários foram criadas equipes volantes para ajudar a atender as unidades básicas de saúde, e nas UPAs foi colocado o reforço de mais um profissional médico por unidade. “Já operamos assim ao longo de todo o mês de fevereiro, e ao final do mês passado abrimos o nosso primeiro CAD, na regional de Venda Nova”, esclareceu.

Em fevereiro foi aberta também uma Unidade de Reposição Volêmica (URV,) no segundo andar da UPA HOB (Regional Noroeste). A unidade é destinada a pacientes referenciados, que não necessitam de internação hospitalar, mas de cuidados especiais com soroterapia intravenosa, de forma a evitar maiores complicações da doença.

“O principal objetivo dos CADs é desafogar todas as unidades de saúde no atendimento ao paciente com dengue e melhorar o acesso a esse usuário. O paciente recebe uma atenção exclusiva em uma área apropriada e planejada especificamente para seu atendimento. Ele é atendido, o exame de laboratório é realizado na própria unidade, ele é medicado e já vai para casa com os remédios que tem que tomar”.

Taciana Malheiros, gerente de assistência à saúde da SMSA, ressalta a importância do cartão de dengue. “Nosso cartão de dengue é um histórico da caminhada do nosso usuário em relação à doença. Ou seja, independente da porta de entrada pela qual o paciente chega, é preenchido um cartão onde são registrados os dados vitais do paciente, o resultado do hemograma, que é crucial para definição no tratamento do prognóstico da doença. Essas orientações são importantes inclusive para os possíveis sinais de alerta, como a necessidade de retorno às unidades para verificar os sintomas dos pacientes como dor abdominal, um possível sangramento ou febre súbita. Então é muito importante que a pessoa guarde esse cartão e apresente sempre que precisar de atendimento.”

A advogada Maria Inês Daldegan, de 46 anos, apresentou os primeiros sintomas na sexta-feira (04/03) e foi a um hospital particular, onde esperou por mais de seis horas. No domingo a filha também apresentou piora e ambas foram a outro hospital particular onde esperaram por mais de cinco horas. “Meu marido me ligou e disse que tinha ficado sabendo desse centro. Aqui eu estou maravilhada, foi tudo muito rápido e o atendimento foi muito bom.”
 

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