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Força tarefa contra o Aedes ganha reforço com visitas dos ACS
Publicado em 12/02/2016 15:56:11

Belo Horizonte recebeu um incremento importante nas ações de controle de zoonoses da capital: o apoio dos cerca de 2.400 Agentes Comunitários de Saúde (ACS) no combate à dengue, zika e chikungunya, que resultou em aproximadamente 86 mil vistorias em janeiro. Esse número representa aproximadamente um terço (1/3) do total de visitas de controle de zoonoses realizadas no mês.

Em um contexto desafiador, onde a população deve ser sensibilizada sobre riscos de transmissão de doenças pelo mosquito Aedes aegypti, o perfil destes profissionais tem contribuído para o sucesso das ações de combate ao vetor. O vínculo dos agentes com a comunidade facilita o diálogo permanente com a população.

Klébio Ribeiro, referência técnica da Gerência de Assistência à Saúde da SMSA e responsável pelos processos de trabalho dos ACSs na Rede SUS-BH, explica como tem sido a rotina desses profissionais desde a publicação da Portaria 2121/2015, do Ministério da Saúde que determina os ajustes nas funções dos ACs. “Desde o final do ano passado, eles têm atuado também no combate à dengue, chikungunya e zika, durante as visitas domiciliares. É um trabalho integrado àquilo que eles já faziam anteriormente. Os ACEs deram um treinamento in loco e posteriormente os ACSs já passaram a realizar a vistoria como parte da rotina”, explicou.

As equipes também estão participando dos mutirões intersetoriais e têm sido fundamentais para a capital atingir a meta de 100% de cobertura dos imóveis. Além dos ACSs e ACEs, agentes da Defesa Civil e profissionais da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) têm realizado os mutirões que já somam mais 221.695 visitas.

No ano de 2015 os ACEs realizaram cerca 4,5 milhões de visitas domiciliares. São 1.500 agentes que realizam cinco visitas a cada imóvel durante o todo o ano. As vistorias são para identificar e eliminar algum foco do Aedes aegypti. Além disso, eles orientam a população sobre os cuidados que devem ser tomados para se evitar a propagação da doença. Quando encontram focos do mosquito eliminam os possíveis criadouros da doença, ou aplicam o biolarvicida nos criadouros que não podem ser eliminados.
 

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