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SLU presta homenagem às mães
Publicado em 11/05/2015 08:57:10

As mamães da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) foram surpreendidas, na manhã desta segunda-feira (11/5), com um painel de poesia e uma montagem simbólica da árvore da vida. Na homenagem, dezenas de fotos das mães da autarquia e seus filhos foram ornamentadas e dependuradas nos galhos, representando os frutos deliciosos do seu amor.

Segundo a pedadoga Vitória Cavalieri, a ideia foi revelar a essência da dedicação feminina, que cria raízes e, ao mesmo tempo, ramifica-se, crescendo em direção ao céu, expandindo-se sem limites. "A árvore da vida é o começo de tudo, o nascimento, e também simboliza o processo de transformação e amadurecimento que a vida proporciona à mulher, quando ela se torna mãe", explica. "Com base na poesia da escritora Sylvia Orthof, ´Se as coisas fossem Mães', a figura materna pode se transformar carinhosamente em vários objetos e personagens, sob a ótica de seus filhos", completa.

Todos os elementos do texto estiveram representados no cenário: lua, cadeira, peixinhos, fada e até um chapéu de bruxa, já que "Se uma bruxa fosse mãe, seria mãe gozada: seria a mãe das vassouras, da Família Vassourada!", de acordo com o poema. "Há algumas semanas, mobilizamos as mães, pedindo a elas que enviassem fotos com seus filhos e que eles, os filhos, produzissem ilustrações que pudessem compor nossa homenagem. Deu certo e o resultado foi a alegria de ver as mães felizes e tirando mais fotos para guardar na lembrança aquele momento", comemora Vitória.


Fotos: Carlos Domenici




 

Roberta Salum, servidora da Seção de Medicina e Segurança do Trabalho da SLU, sentiu-se abraçada com a iniciativa. "Depois que nos tornamos mães, diante do sorriso de um filho, aprendemos a lidar com os desafios, superando melhor qualquer dificuldade que a vida nos impõe", garante.

A homenagem foi organizada pelas áreas de Recursos Humanos e Políticas Sociais e Mobilização, com o apoio da Assessoria de Comunicação da SLU.



Se a lua fosse mãe, seria mãe das estrelas,
o céu seria sua casa, casa das estrelas belas.

Se a sereia fosse mãe, seria mãe dos peixinhos,
o mar seria um jardim, os barcos seus caminhos.

Se a casa fosse mãe, seria a mãe das janelas,
conversaria com a lua sobre as crianças estrelas,
falaria de receitas, pastéis de vento, quindins,
emprestaria a cozinha pra lua fazer pudins!

Se a terra fosse mãe, seria a mãe das sementes,
pois mãe é tudo que abraça, acha graça e ama a agente.

Se uma fada fosse mãe, seria mãe da alegria,
toda mãe é um pouco fada... Nossa mãe fada seria.

Se uma bruxa fosse mãe,
seria mãe gozada:
seria a mãe das vassouras, da Família Vassourada!

Se a chaleira fosse mãe, seria a mãe da água fervida,
faria chá e remédio para as doenças da vida.

Se a mesa fosse mãe,
as filhas, sendo cadeiras,
sentariam comportadas,
teriam “boas maneiras”.

Cada mãe é diferente: mãe verdadeira, ou postiça,
mãe vovó e mãe titia, Maria, Filó, Francisca,
Gertrudes, Malvina, Alice,
Toda mãe é como eu disse.

Dona Mamãe ralha e beija,
erra, acerta, arruma a mesa,
cozinha, escreve, trabalha fora,
ri, esquece, lembra e chora,
traz remédio e sobremesa ...

Tem pai que é “tipo mãe”...
Esse, então, é uma beleza!

Se as coisas fossem Mães - Sylvia Orthof
 

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