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Acervo da Comissão Construtora da Nova Capital
Publicado em 08/10/2015 14:49:00

                                                                                                                                                                                                

 

Acervo da Comissão Construtora da Nova Capital, apresentado pelo Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte/Fundação Municipal de Cultura, em parceira com o Museu Histórico Abílio Barreto e Arquivo Público Mineiro, é selecionado no Programa Memória do Mundo (Memory of the World-MOW) da UNESCO.

 

O Programa Memória do Mundo da Unesco tem por objetivo identificar documentos ou conjuntos documentais que tenham valor de patrimônio documental da humanidade. Estes são inseridos no Registro Internacional de Patrimônio Documental, a partir da aprovação por comitê internacional de especialistas, da candidatura encaminhada pela instituição detentora do acervo.

 

O Acervo da Comissão Construtora da Nova Capital (CCNC) constitui o conjunto de documentos textuais, cartográficos e iconográficos gerados a partir das atividades técnicas e das rotinas administrativas da comissão responsável pela concepção, planejamento e construção da capital de Minas no alvorecer da República brasileira. A guarda e a proteção deste acervo, produzido entre 1890 e 1903, encontram-se sob a custódia de três instituições – Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte, Museu Histórico Abílio Barreto e Arquivo Público Mineiro.

 

Além da importância patente para a história de Minas Gerais e do Brasil, o conjunto documental apresenta interesse para a história da ciência, pela adaptação de técnicas de planejamento e construção; para a história da arquitetura e paisagismo, devido ao seu projeto urbanístico e paisagístico; e para a história da própria República brasileira, sobretudo no que se refere ao seu projeto simbólico e civilizacional de preceitos higienistas e racionalistas.

 

A relevância deste conjunto documental de natureza arquivística para a história, cultura e sociedade brasileira foi atestada em 2015 por meio de seu tombamento pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte.

 

 

 

 

 

 

 

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