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Amor é tema de oficina com idosos na região Centro-Sul
Publicado em 29/08/2014 13:16:31

“Amor: só dá amor, quem tem amor para dar”. Esse foi o tema da palestra promovida pelo Espaço BH Cidadania/Cras Vila Fátima, localizado no Aglomerado da Serra, com a participação de 40 idosos dos grupos de convivência Nossa Senhora Aparecida e Cantinho Verde da Melhor Idade. A oficina, que foi seguido de um bate-papo sobre a temática do carinho e cuidado dispensados às pessoas da terceira idade, foi realizado no último dia 26, no Clube da Amizade, com sede na rua Espírito Santo, 1.059, Centro. A atividade compôs as ações da Campanha de Combate à Violência Contra a Pessoa Idosa na Regional Centro-Sul.

A discussão do tema ficou por conta das representantes do Clube da Amizade, Gal Costa e Norma Chaves, que falaram sobre as atitudes relacionadas ao sentimento amor e como disseminá-lo nas relações familiares e comunitárias. O assunto chamou a atenção dos participantes, que se envolveram no debate e interagiram com as conferencistas durante a roda de conversa, ao falarem como se sentem quando são tratados com ou sem amor no convívio com os amigos e a família. “Gostei muito da atividade”, resume José Antônio de Souza, que completará 78 anos no dia 2 de setembro e é morador da Vila Fazendinha.

Ao contar sobre o seu convívio social, José Antônio demonstra compaixão por quem insiste em desrespeitar os idosos. “Algumas pessoas ficam com graça comigo, me chamam de rabugento, mas eu não me importo. Os jovens precisam é pedir a Deus que os permita chegar à nossa idade”, assinala o senhor que tem 11 filhos, 14 netos e cinco bisnetos. Ele ainda deixa um ensinamento: “os mais novos devem respeitar os idosos, porque o que fazem conosco hoje, eles podem passar quando tiverem mais velhos”.

Na avaliação da coordenadora do Espaço BH Cidadania/Cras Vila Fátima, Ana Paula da Costa Assunção, a atividade foi positiva. “A palestra enfatizou o amor como sentimento altruísta, pleno e incondicional. Os idosos participaram bastante e deram depoimentos sobre suas vivências e como são tratados em casa e no convívio social. Esses momentos são importantes para fortalecer o protagonismo do idoso no enfrentamento à violência contra ele”, avalia.

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