Belo Horizonte conta hoje com 147 centros de saúde, cinco Unidades de Referência Secundária (URS), o Hospital Municipal Odilon Behrens, nove Centros de Referência em Saúde Mental, nove Centros de Convivência, nove Centros de Especialidades Médicas, um Centro Municipal de Oftalmologia, um Centro Municipal de Imagem, cinco Laboratórios Distritais, dois Centros de Reabilitação, dois Centros de Referência em Infectologia, dois Centros de Atenção em Saúde do Trabalhador, um Centro de Especialidades Odontológicas, oito UPAS, três Centros de Esterilização e um Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Além de ter uma grande rede de atendimento, a prefeitura disponibiliza 170 medicamentos básicos, disponibilizados à Atenção Primária, com o que gasta R$ 1 milhão por mês, mais de oito vezes o valor estabelecido pelo Ministério da Saúde.

A SMSA recebe ainda, do Ministério da Saúde, medicamentos dos programas estratégicos para o tratamento da leishmaniose, DST/Aids, esquistossomose, hanseníase, tuberculose, meningite, entre outros. Também é disponibilizada a Insulina Glargina (insulina de ação rápida), medicamento da Secretaria de Estado de Saúde, fornecido seguindo critérios estabelecidos no programa estadual de tratamento da diabetes.

A Prefeitura tem dado destaque agora ao Programa Saúde da Família, que, na capital mineira, ganhou o nome de BH Vida. Ele mudou a lógica do atendimento, com a promoção de visitas domiciliares e comunitárias que, mais do que diagnosticar doenças, previnem as suas causas.

Já estão em atividade 545 equipes, que beneficiam 1,7 milhão de pessoas, o que representa 77% da população de Belo Horizonte. A imunização é assegurada pela Secretaria Municipal de Saúde graças à manutenção de taxas de coberturas vacinais para menores de um ano superiores a 100% porque inclui a vacinação de crianças em trânsito ou vindas de outras cidades para obter atendimento em Belo Horizonte.

Para pessoas imunodeprimidas, que não podem se beneficiar com vacinas de rotina, a Prefeitura mantém o Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais.
Outra ação de destaque da secretaria é o trabalho sistemático para o controle da dengue, que inclui ciclos de tratamento focal e perifocal, mutirões de limpeza, ações educativas e controle vetorial. Em média, são realizadas, por ano, mais de 4 milhões de visitas domiciliares, com pesquisas, tratamento e remoção de focos do Aedes aegypti.

Para o controle da leishmaniose e da raiva animal, são feitas coletas de sangue de cães e borrifações em imóveis, além de vacinação de cães e gatos e captura de animais errantes, dentre outras ações.

A Prefeitura de Belo Horizonte investiu, no ano de 2010, 19,44% do seu orçamento na saúde, 4,44% a mais que o determinado pela Emenda Constitucional 29/2000, que é de 15% da arrecadação municipal.

Nos últimos cinco anos, os investimentos estão sempre acima do que é previsto na legislação e a cada ano novos recursos são disponibilizados. Em 2006 foram 19,75% da receita, em 2007 o percentual foi de 19,36%. Em 2008 e 2009, os investimentos chegaram a 20,88% e 23,10% respectivamente.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

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