O Programa BH de Mãos Dadas Contra a Aids estabelece como estratégia a educação continuada, feita pelos pares, ou seja, adolescentes trabalham adolescentes, mulheres trabalham mulheres, homossexuais trabalham homossexuais. Também faz parte do programa a discussão da sexualidade em escolas municipais, para a prevenção precoce das DST/Aids, através do projeto "Saúde e Educação de Mãos Dadas contra a AIDS", que promove o debate em todas as escolas da rede municipal, fazendo a interface com os Centros de Saúde do município.
 
Equipes de pedagogos, psicólogos e ativistas de ONGs discutem com adolescentes de 13 a 19 anos temas como prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), sexualidade, afetividade, direitos humanos, raça/etnia, gravidez na adolescência, drogas, uso de contraceptivos, auto-estima e habilidade de negociação.
Os centros de saúde da capital atuam na mobilização da comunidade, por meio da distribuição de folhetos, preservativos e cartilhas para ações de prevenção dentro da área de abrangência de cada unidade, bem como a realização da testagem anti-HIV..
 
Atenção ao paciente
Em Belo Horizonte, a atenção aos pacientes HIV positivos é feita nos ambulatórios de cinco serviços especializados de infectologia. As DST são acompanhadas em todas as unidades básicas, onde é feita a abordagem sindrômica. Os casos que não respondem a esta abordagem são encaminhados para o serviço de referência de DST. Com relação à testagem, o município mantém um Centro de Testagem Anônima (CTA), que oferece aconselhamento por meio de palestras, bem como testagem sorológica gratuita e anônima para HIV, sífilis, hepatites B e C.

 
 
 
 
   
 
 
 
   
 


 

 

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