O Teatro Marília nasceu como propriedade da Cruz Vermelha brasileira, tendo ficado sob sua responsabilidade durante 15 anos. Concebido como auditório da sua Escola de Enfermagem, foi inaugurado em 1964, tendo início a história de um espaço privado que, tornado público, passou a ter grande importância cultural para a cidade.

Ainda nas décadas de sessenta e setenta, foi referência e ponto de encontro para artistas, intelectuais e boêmios, afirmando-se como importante espaço teatral no circuito nacional e possuindo uma das caixas cênicas mais harmoniosas da cidade. No local, funcionaram também a Galeria Guignard e o bar Stage Door, pontos de encontro de artistas e público.

Em 1980, passou a ser administrado pela Fundação Clóvis Salgado que, a partir de 1981, teve como parceiros a APATEDEMG (Associação Profissional dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão do Estado de Minas Gerais), o SATED (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões), o INACEN (Instituto Nacional de Artes Cênicas) e mais tarde a FUNDACEN (Fundação de Artes Cênicas). Durante quase dez anos, esse convênio permitiu que o Teatro Marília tivesse o funcionamento de suas atividades garantido. Com a extinção da FUNDACEN, tornou-se difícil a manutenção do Teatro pelas outras entidades, ameaçando o funcionamento do espaço.

Devido à sua história e importância cultural, em 1991, o Teatro foi tombado pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município para uso cultural. Neste mesmo ano, passou a ser administrado pela Prefeitura de Belo Horizonte, graças a um convênio firmado entre a PBH e a Cruz Vermelha, ainda proprietária do espaço. No ano de 2014 passou por uma restauração, ganhando mais 71 lugares, novas cadeiras e tratamento acústico, intervenções que tiveram o objetivo de proporcionar mais conforto ao público e aos artistas. O palco, conhecido por suas dimensões favoráveis em altura, largura e profundidade, ganhou mais três metros de extensão. A acessibilidade também foi favorecida na reforma e rampas de acesso e cadeiras especiais para obesos e idosos foram instaladas. Foram recuperados o foyer e as fachadas do prédio, além de implantados novos sistemas de iluminação e ar condicionado.

Atualmente, o Teatro desenvolve projetos culturais e, ainda, disponibiliza seus espaços para lançamentos de livros, CD's, promoção de seminários, palestras, apresentações teatrais, ensaios de grupos de teatro e outras atividades.

Capacidade: 256 lugares.

Confira a programação e o horários de funcionamento do Teatro Marília no Portal BH FAZ CULTURA
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Ônibus: Todos os que atendem à região hospitalar.
Consultar a BHTRANS: telefone 156 ou pelo site.

Endereço: Av. Alfredo Balena, nº 586, Santa Efigênia, Belo Horizonte/MG, CEP: 30130-100.

E-mail: tm.fmc@pbh.gov.br

Telefone: (31) 3277- 4697



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