A Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte (FZB-BH) integra a administração indireta da Prefeitura de Belo Horizonte. Ao ser criada em 1991, herdou uma história de mais de 30 anos, uma vez que passou a administrar, além do Jardim Zoológico, existente desde 1959, o Jardim Botânico que, naquele ano, foi transferido do bairro Betânia para a região da Pampulha.

A FZB-BH também é composta pelo Parque Ecológico da Pampulha, que foi inaugurado em 2004 e é administrado pelo DEAPE (Departamento de Educação Ambiental e Gestão do Parque Ecológico), setor responsável também pelas propostas educativas do Jardim Botânico e do Jardim Zoológico, por meio de seu Serviço de Educação Ambiental (SEA).

Terceira maior área verde pública de BH, a FZB-BH recebe, anualmente, cerca de 1 milhão de pessoas. Sua missão é “contribuir para a conservação da natureza realizando ações de educação, pesquisa e lazer, que sensibilizem as pessoas para o respeito à vida”. Para isso, mantém projetos educativos, científicos e culturais, contribuindo para a preservação da fauna e da flora, e para a formação do cidadão. Sua área de visitação constitui espaço ideal para lazer e conhecimento.


Histórico



O Zoológico de Belo Horizonte foi inaugurado em 25 de janeiro de 1959, durante o governo municipal de Celso Mello Azevedo. No projeto original da construção de Belo Horizonte, o Zoo estava previsto no local onde funciona hoje o Clube Minas Tênis I. Esse projeto não foi aprovado na época e, enquanto isso, a área Pampulha estava sendo utilizada como um clube de golfe. No Parque Municipal, durante algum tempo, funcionou um pequeno zoológico, com exposição de algumas aves. Mais tarde, a área da Pampulha foi destinada à construção do Jardim Zoológico.

Da implantação até a inauguração passaram-se alguns anos. Mesmo depois de inaugurado, as construções e reformas do Zoológico eram realizadas com poucos recursos e o plantel de animais era mantido através de doações. Na década de 70 e 80, foi possível realizar algumas melhorias, como a construção da Portaria da Pampulha e o início da recuperação das áreas verdes. Foram construídos recintos mais apropriados e foram realizadas várias permutas com zoológicos estrangeiros e brasileiros a fim de aumentar e melhorar a coleção de animais. Deu-se início à modernização do Zôo.

Desde 1991 passou a fazer parte da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte, constituindo-se num dos seus Departamentos. Desde então são visíveis as melhorias tanto na sua infra-estrutura quanto na área de pesquisa, reprodução e educação. Foram construídos novos recintos: primatas brasileiros, pássaros coloridos, além de espaços para desenvolver atividades educativas e de entretenimento, como Casa de Educação Ambiental, Casa de Répteis, Borboletário, Zooboteca e Jardim Japonês. Várias reformas foram realizadas; recintos dos rinocerontes, gorila, hipopótamos, Praça das Aves, elefantes e girafa. O Hospital Veterinário passou a ter uma boa estrutura para desenvolver a medicina preventiva e curativa.
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 





 

 

  

 


 

 

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