Referência nas áreas de botânica aplicada e de fitossanitarismo, o Jardim Botânico da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte (JB/FZB-BH) é um espaço dedicado à conservação e exposição de coleções de plantas. Suas prioridades são ações e estudos voltados para a conservação da flora regional, com destaque para as espécies raras, endêmicas e ameaçadas de extinção.

Além disso, o JB colabora na criação de políticas públicas e no desenvolvimento de programas educativos e de pesquisas, e é responsável por produzir mudas destinadas à arborização pública e à recuperação de áreas degradadas no município.

A área de visitação do Jardim Botânico - construída entre 1997 e 2001 - é composta por estufas e jardins temáticos, pergolados, praças, lagos, fonte e anfiteatro, galpão de compostagem, minhocário, sementeira, e estufas de produção de mudas.

São mais de 3.500 espécies expostas em todo o complexo, com destaque para as belezas dos Jardins de Folhagens, de Suculentas, de Bromélias, de Plantas Tóxicas e Medicinais, de Palmeiras, de Flores e Cores e Lago de Plantas Aquáticas. As quatro estufas implantadas – de Evolução, de Mata Atlântica, de Caatinga e de Campo Rupestre – também abrigam espécies que merecem ser admiradas.

Em 2011 e em 2012, o JB passou a contar com dois importantes equipamentos de pesquisa e conservação de espécies nativas da flora de Minas Gerais: o Banco de Sementes e o Centro de Pesquisa e Conservação da Flora (Ceflora). O primeiro permite que sementes coletadas sejam armazenadas por um tempo maior, mantendo a capacidade de germinação. Ao garantir a disponibilidade de sementes viáveis ao longo do ano, o banco possibilita o atendimento da demanda de produção de mudas de espécies arbóreas destinadas ao programa de arborização viária do município.




Foto: Daniel Alves / FZB-BH

O banco também é responsável por armazenar sementes de espécies usadas na recuperação de áreas degradadas, de ornamentais (destinadas à composição paisagística das praças, parques e jardins de Belo Horizonte) e das ameaçadas de extinção dentro dos programas de conservação da flora (como, por exemplo, no projeto “Faveiro de Wilson”).

Já o Ceflora se dedica à pesquisa e ao desenvolvimento de novas técnicas (além das convencionais) de prevenção e de controle (natural e biológico) de doenças vegetais; ao levantamento do tipo e da ação de pragas incidentes nas plantas do Jardim Botânico e no município, além da identificação e controle de agentes causadores de doenças e de danos provocados por eles nas plantas e no ambiente.

As coleções botânicas do JB são sempre ampliadas e melhoradas por meio de parcerias com instituições públicas e privadas. Com a experiência adquirida, o Jardim Botânico de Belo Horizonte tem uma atuação efetiva dentro da Rede Brasileira de Jardins Botânicos e, como uma de suas ações, vem estimulando a criação de outros jardins botânicos.
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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